Sem o conhecimento da Ciência Política (e da História), o nosso povo encara as eleições como uma grande partida de futebol: vestimos partidos e elegemos presidentes com o único intuito de vencer a disputa contra o "nosso rival". Todavia, longe de apenas angariar medalhas, taças e títulos, essa vitória põe em xeque todo o futuro do nosso país; ela determina, inclusive, as regras dos próximos jogos - fortalecendo-as ou, até mesmo, anulando-as. Mas como isso poderia ser diferente? Somos o país do futebol. A gente só quer ver gol.