Eu faço arte da minha dor

Sou um poeta intimista: minha existência é uma alegria e um fardo. Meus sorrisos são verdadeiros, mas incapazes de esconder a angústia que percorre em mim todo santo dia. Eu faço arte da minha dor. É um jeito diferente de cometer suicídio - um jeito permitido e até aclamado. Um corte de cada vez; uma dor a cada verso. 

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