Imperativo contraditório
Todos os nossos atos são consequentes e consequências de. A (in)consequência não é outra coisa se não negligencia (má-fé) e incompreensão (ingenuidade). Todos somos igualmente culpados e inocentes de. Réus e vítimas. Impotentes e onipotentes. Tudo devemos, mas nada presidimos. Agir é um imperativo um tanto discutível; ser livre é uma superstição deveras categórica. Age de tal maneira que cada ação seja uma contradição. Aceita e rejeita a consequência dos teus atos de maneira que cada passo teu seja sempre um eterno retorno ao mesmo lugar. (Re)tornar jamais é um voltar de, mas sempre um (re)voltar-se para.
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