Entre verdades e estantes

Partindo do pressuposto de que todo ato de conceituar classifica, em certa medida, um dado locus da realidade, e que classificar é a atividade principal de todo fazer biblioteconômico, podemos afirmar o seguinte: todo filósofo é um bibliotecário do mundo e todo bibliotecário é o filósofo de sua unidade de informação.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Docta ignorantia

Pássaro sem bando

Um lobo à luz do dia