Divórcios

Talvez eu tenha passado tempo demais procurando respostas sobre mim mesmo em uma filosofia existencialista de matriz subjetivista, monomaníaca e aporética. Além de adotar certo dualismo ontológico caduco, optava por estudar apenas um dos seus dois lados. Talvez esteja na hora de encarar a vida como um monista que enxergar a consciência-de-si e a consciência-do-mundo como coisas complementares, intercambiáveis. Talvez esteja na hora de abrir mão de certos paradigmas há muito enraizados e buscar novos caminhos que até então eu considerava intransitáveis. Não me importo de abrir mão de casamentos antigos se os novos me trazerem respostas. 

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